Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Blog de J. Cura

Blog pessoal sobre filatelia e outros colecionismos

Blog de J. Cura

Blog pessoal sobre filatelia e outros colecionismos

Postal: Pelourinho de Castelo Rodrigo

postal_castelo_rodrigo_pelourinho_manuelino (1).JP

postal_castelo_rodrigo_pelourinho_manuelino (2).JP

Postal: Pelourinho manuelino de Castelo Rodrigo. Edição: Âncora. Supercor 3384

"Pelourinho quinhentista, de gaiola octogonal, com soco circular de três degraus, fuste octogonal, com secçãoquadrangular na base, encimado por capitel, onde assenta a gaiola, sustentada por oito colunelos. O soco conjuga degraus quadrangulares e poligonais, possuindo remate sustentado por colunelos torsos e canelados. Capitel de secção circular e gaiola, como remate decorativo, de chapéu cónico." Fonte: SIPA

 

Marca de Angola: Avião - Lobito

frag_angola_ccd_lobito_aviao_1970_f.JPG

frag_angola_ccd_lobito_aviao_1970_v.JPG

Cartão (frente e verso) circulado de Lobito, Angola para Lisboa com marca "Avião - Lobito" de 6/?/1970 sobre 4 selos com porte de 44$00, sendo 2 selos de Brasões de Angola - Cidade de Nova Lisboa (atualmente Humabo) de 20$00 e par de selos 2$00 do 2º Centenário da Cidade de Novo Redondo (atualmente Sumbe) com retrato de D. Francisco Inocêncio de Sousa Coutinho (governador e capitão-general na capitania-geral do Reino de Angola entre 1764 e 1772). Na frente, indicação impressa "Por avião" e indicação datilografada "Amostra sem valor".

Postal: Jardim Municipal e Paço Episcopal de Castelo Branco

postal_Castelo_branco_jardim_municipal_paco_episco

postal_Castelo_branco_jardim_municipal_paco_episco

Postal do Jardim Municipal e Paço Episcopal de Castelo Branco. Ed. Portugal Turístico nº 267/Pr. Usado em 1970.

O Jardim de S. João Baptista - de estilo Barroco - fazia parte de uma vasta e complexa unidade agrária, paisagística e estética que costumava designar-se por "logradouros do Paço Episcopal de Castelo Branco".

No séc. XVIII, esta unidade era composta por dois olivais, uma vinha, a coelheira (para fins exclusivamente alimentares/gastronómicos), o bosque, as hortas ajardinadas e o jardim propriamente dito - sendo que todo este complexo circundava - e protegia - a residência do bispo.

O Paço serviu de residência permanente a vários bispos da Guarda e, a partir de 1771 até 1831, aos da recém criada Diocese de Castelo Branco. A partir de 1834 foram instalados vários serviços públicos no Paço e os logradouros conheceram então um abandono sem precedentes. Em 1911, como consequência da Lei da Separação do Estado da Igreja, o Jardim do Paço passa para a tutela da Câmara Municipal, por arrendamento.

No ano seguinte, para comemorar o segundo aniversário da Implantação da República, abre as suas portas ao público no dia 5 de Outubro. Finalmente, em 1919 é comprado e passa a jardim municipal.

O Jardim do Paço Episcopal (ou de S. João Baptista) foi mandado construir pelo bispo da Guarda, D. João de Mendonça, cerca de 1720.

in www.cm-castelobranco.pt

Marca Próprios

frag_angola_ccd_lobito_aviao_197201_lisboa_proprio

frag_angola_ccd_lobito_aviao_197201_lisboa_proprio

Cartão com selos dos 2 lados que deveria estar pendurado em encomenda (?), circulado de Lobito, Angola a 7/1/1972 (marca Avião - Lobito), com marca "Próprios" de Lisboa de 8/1/1972. Com carimbo de "Expresso", rasurado, tendo sido manuscrito a mesma indicação, bem como nº (de registo ou controlo?) também rasurado.

Este era o Serviço entrega por próprio, que "era pago por afixação de selos, pelo remetente, nas correspondências a expedir sob condição de serem entregues imediatamente após a abertura das respectivas malas na estação destinatária, correspondências que devem apresentar a indicação "Exprès" (manuscrita, carimbo ou etiqueta) no lado do endereço", ou seja, um serviço de entrega rápida.

Carta envelope de Boas Festas - Brasil 2

carta_envelope_brasil_boas_festas_196712_2 (4).JPG

carta_envelope_brasil_boas_festas_196712_2 (1).JPG

Carta-envelope de Boas Festas ("Alegres Festas de Natal") circulada de Porto Murtinho (Mato Grosso do Sul - Brasil) para Coimbra, com marca de saída de 18/12/1967 e marca de trânsito de 21/12/1967 (2ª T-ORD-DR-CGE). Sem marca de chegada. Selos de 120 cruzeiros (Aliança para o Progresso - Companheiros da Aliança) + 5 centavos (Regular Série Mulheres Famosas do Brasil - Anita Garibaldi)  Edição: EPAG - Editora Paulista de Arte Gráfica Ltda - São Paulo, Brasil (nº 1851).

aqui mostrei outra peça parecida (outro modelo e outro porte).

 

Flâmula belga: "Tous les chemins menent a Genappe"

frag_flam_belgica_19981117_genappe_selo_flor.jpg

Flâmula da Bélgica: "Tous les chemins mènent a Genappe" (todos os caminhos vão dar a Genappe), sobre selo com flor, circulado a 17/11/1998.

Genappe, nome francófono da localidade (em valão: Djinape, em holandês: Genepiën) é uma cidade e município da Bélgica, localizado no distrito de Nivelles, província de Brabante Valão, região da Valónia (zona francófona), conhecida desde o séc. XI.

 

 

Marca de Angola: Duque de Bragança

frag_angola_ccd_duque_braganca_19720731_selo_povoa

Fragmento com carimbo datado de Duque de Bragança de  31 JUL 1972 sobre 2 selos de $50 e 1 selo de Povoamento 1$00, totalizando um porte de 2$00.

Atualmente a localidade chama-se Calandula (ou Kalandula) e situa-se na  província de Malanje em Angola. Até 1975 teve a designação de "Duque de Bragança", em homenagem a D. Pedro V (1837-1861) que, na altura do início da colonização da região, detinha o título de Duque de Bragança (título nobiliárquico usado pela dinastia de Bragança).

 

Inteiro postal: Santo António - Pe António Vieira

ip_conheca_prosadores_antonio_vieira_santo_antonio

Inteiro postal circulado de Coimbra para a Covilhã, com flâmula de ondas de Coimbra, com data ilegível e marca de dia da Covilhã de chegada a 8 AGO 1949. 

Inteiro postal da série "Conheça os seus prosadores" (nº 15) com valor facial de $50, correspondendo ao porte de bilhetes postais simples, em vigor na época. Sem elementos postais no verso.

"E se António era luz do mundo, como não havia de sair da pátria? Saiu como luz do mundo e saiu como português. Por isso nos deu Deus tão pouca terra para o nascimento, e tantas terras para a sepultura.
Para nascer, Portugal; para morrer, o mundo." Dos Sermões, de 1670