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Blog de J. Cura

Blog pessoal sobre filatelia e outros colecionismos

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Flâmula nº 27 de Lisboa

2 cartas circuladas de Lisboa para Paris, França em março de 1940 (poucos meses antes da invasão nazi), com flâmula com nº cat. 27 de Lisboa C(?), com 5 linhas horizontais.

Selos diferentes de 1$75, correspondente ao porte de correio de correio internacional.

Selo da emissão "Legião Portuguesa" (1940), azul escuro, com a taxa mais alta, 1$75 (CE 590).

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Selo da emissão "Lusíadas" (novos valores e cores) de 1938, azul escuro, com a taxa mais alta (1$75), CE 547.

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Postal com censura da ocupação alemã na Bélgica em 1941

postal_circ_lx_central_19410207_censura_belga.jpg Postal circulado de Lisboa para Bruxelas, Bélgica com marca de dia de Lisboa Central, 2º sector de 7 FEV 1941 sobre selo de 1$00 do Centenário do selo português, com marca de censura nazi.

O carimbo de censura usado combina uma águia e uma suástica dentro de um círculo com as palavras Geprüft (examinado) / Oberkommando der Wehrmacht (Alto Comando do Exército), escritas ao redor do interior do círculo (fonte: O Crivo)

A ocupação nazi da Bélgica começou com a invasão alemã entre 10 e 28 de maio de 1940, resultando na rendição das forças belgas e na sua incorporação numa administração militar. A libertação da Bélgica pelos Aliados ocorreu em setembro de 1944.

 

Hagiotopónimos de Portugal 29 - Calvário - Lisboa

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Hagiotopónimos de Portugal - Calvário - Lisboa

Calvário, Lisboa


Largo do Calvário, onde existiu um Convento, de religiosas franciscanas, datado de 1617. [...] o Calvário pouco mais era do que uma Póvoa aflorando timidamente de entre quintas, herdades e hortas a norte, como mar a beijar-lhe a orla por edificar. Antes do Convento se erguer no lugar onde a Quinta do Pôrto (do «porto», porque aqui atracavam barcos) edificara-se no final do século XVI um solar particular, destinado a ser «alguém» no sítio: foi esse solar que deu o Palácio ou Paço Real do Calvário, mais rigorosamente «de Alcântara», mas que recebeu a designação invocativa do orago do Convento, seu fronteiro, e assim ajudou a fundamentar o nome de um sítio (Calvário) dentro de outro (Alcântara).» (ARAÚJO, Norberto de, Peregrinações em Lisboa», vol. IX, p. 30)

Hagiotopónimos de Portugal 28 - Patriarcal

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Hagiotopónimos de Portugal - Patriarcal, Lisboa

Patriarcal, Lisboa


O topónimo advém da Basílica Patriarcal (largo da Cotovia), inaugurada em 1756 e destruída por incêndio em 1769. O autor do fogo posto, Alexandre Franco Vicente, responsável pela administração de todas as armações da Igreja bordadas e guarnecidas com franjas de ouro - foi julgado, em 1773, por mais dois incêndios em igrejas, para ocultar os roubos efetuados nas armações. Foi condenado a ser arrastado com baraço e pregão, preso à cauda de um cavalo, açoitado e conduzido ao sítio e largo da Cotovia onde, preso a um poste seria queimado vivo. O lugar ficou conhecido pelo nome de Largo da Patriarcal Queimada, sendo hoje conhecido como Praça do Príncipe Real.

A estação de correios dos CTT do Patriarcal, junto ao Príncipe Real, em Lisboa, fechou a 30 de maio de 2013

Hagiotopónimos de Portugal 21 - Largo do Carmo, Lisboa

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Hierotopónimos em língua portuguesa - Largo do Carmo, Lisboa

Nossa Senhora do Carmo

Esta invocação honra Maria como padroeira da Ordem dos Carmelitas. A palavra Carmelo, de origem hebraica, sendo que "Carmo" significa vinha, portanto, "Vinha do Senhor”. Os primeiros carmelitas eram eremitas que viviam no Monte Carmelo, na Terra Santa, entre o final do século XII e meados do século XIII. É relembrada a capela construída em honra da Virgem, nos primeiros séculos do cristianismo, no Monte Carmelo, na Samaria. Desde o século XII, a devoção popular a Nossa Senhora do Carmo está centrada no seu escapulário, dois pedaços de tecido ligados por finas fitas, que os fiéis usam. É celebrada a 16 de julho.

Largo do Carmo, Lisboa

O Largo do Carmo situa-se na baixa da cidade de Lisboa, na zona do Chiado, é ladeado por diversos jacarandás, encontrando-se aí o Convento do Carmo, o antigo Palácio Valadares e o Chafariz do Carmo.

O Convento do Carmo de Lisboa é um antigo convento da Ordem dos Carmelitas da Antiga Observância que se localiza no Largo do Carmo e foi erguido, sobranceiro ao Rossio (Praça de D. Pedro IV), na colina fronteira à do Castelo de São Jorge. A Igreja que já foi a principal igreja gótica da capital, ficou em ruínas devido ao terramoto de 1755, não tendo sido reconstruída. Atualmente as ruínas da Igreja abrigam o Museu Arqueológico do Carmo e na restante edificação do Convento está instalado o Comando Geral da Guarda Nacional Republicana.

Antrotopónimos de Portugal 19 - Visconde de Santarém

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Antrotopónimos de Portugal - Visconde de Santarém - Lisboa

Visconde de Santarém é um título nobiliárquico criado por D. João, Príncipe Regente de D. Maria I de Portugal, por Decreto de 17 de dezembro de 1811, em favor de João Diogo de Barros e Sousa Mesquita Macedo Leitão e Carvalhosa, 1.º Senhor de Pontével, de Ereira e da Lapa, Alcaide-Mor do Castelo de Santarém, do Castelo da Golegã e do Castelo de Almeirim.

A Estação de correios Visconde de Santarém em Lisboa, situava-se na Rua Visconde de Santarém, nº 69 freguesia de Arroios.

 

Antrotopónimos de Portugal 16 - Rato (Lisboa)

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Antrotopónimos de Portugal - Rato (Lisboa)

O Largo do Rato é um arruamento das freguesias de Campo de Ourique e Santo António, em Lisboa. O topónimo Rato corresponde à alcunha de Luís Gomes de Sá e Menezes, personagem do século XVII, segundo padroeiro do convento das Trinitárias de Campolide e que deu o nome ao convento, ao sítio e por fim ao arruamento.

Antrotopónimos de Portugal 14 - Morais Soares (Lisboa)

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Antrotopónimos de Portugal - Morais Soares (Lisboa)

Rodrigo de Morais Soares (Chaves, 14.01.1811 – 27.01.1881, Lisboa), bacharel em Medicina pela Universidade de Coimbra, distinguiu-se como alto funcionário da Administração Pública e especialista em assuntos aduaneiros, agrícolas e financeiros. Quando em 1852 se criou a Secretaria das Obras Públicas foi nomeado chefe da repartição de Agricultura e mais tarde Diretor geral, tendo fundado a Quinta Regional de Sintra e o Instituto Agrícola. Em 1858 fundou o Arquivo Rural, importantíssimo jornal de agricultura e artes e ciências correlativas. A Escola de Regentes Agrícolas de Santarém teve o seu nome, passando em 1910 a Escola Prática de Agricultura. Ainda escreveu diversos opúsculos sobre temas agrícolas e financeiros.
Um arruamento em sua homenagem existe na toponímia de Lisboa, desde 1906, na altura como Rua do Conselheiro Morais Soares, em troço da antiga Estrada de Circunvalação. Após a implantação da República, pelo Edital Municipal de 1916, passou a Rua Morais Soares, já que o título de conselheiro recordava o regime monárquico, por ser atribuído pelo soberano, tradicionalmente aos magistrados do Supremo Tribunal e por vezes, a pessoas que tinham prestado serviços honrosos. Nessa rua existe uma estação de Correios com o seu nome.

Franquias mecânicas de seguros 12 - Companhia de Seguros Mutualidade SARL

2 cartas com franquia mecânica da Companhia de Seguros Mutualidade SARL, máquina II 057, circuladas em junho de 1961 da estação dos Restauradores, Lisboa, com porte de 1$00.

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A  Mutualidade na Construção Civil, passou a ter a denominação de Companhia de Seguros Mutualidade, no ano de 1958, tendo também alterado a forma para sociedade anónima. Foi nacionalizada em 1975 e integrada no Grupo Segurador MSA. Este grupo foi, em 1979, integrado na Fidelidade Grupo Segurador. Fonte: historiadoseguro.com e outros

Ver mais sobre Seguradoras/Seguros.

Antrotopónimos de Portugal 12 - D. Luís I - Lisboa

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Antrotopónimos de Portugal - D. Luís I (Lisboa)

Luís I (Lisboa, 31 de outubro de 1838 – Cascais, 19 de outubro de 1889), apelidado "o Popular", foi o Rei de Portugal e Algarves de 1861 até à sua morte, em 1889. Foi o segundo filho da rainha Maria II de Portugal, e seu marido, o rei Fernando II, tendo ascendido ao trono após a morte prematura do seu irmão mais velho, Pedro V. Foi um homem de profunda instrução e cultura, com características de tolerância e pacificador.
Na Praça Dom Luís I, em Lisboa, existiu uma estação de correios, encerrada em 2012, e integrada no antigo palácio das comunicações dos CTT construído em 1942.

Antrotopónimos de Portugal 10 - Gomes Freire (Lisboa)

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Antrotopónimos de Portugal - Gomes Freire (Lisboa)

Gomes Freire de Andrade e Castro foi um general português, nascido em Viena, a 27 de janeiro de 1757 e faleceu em Oeiras a 18 de outubro de 1817.
Foi um notável combatente em várias frentes e ao serviço de vários soberanos, num período muito conturbado da Europa. Após um controverso processo em que foi acusado de conspiração contra as tropas ingleses que controlavam Portugal e sem nunca se ter provado a sua culpabilidade, o marechal Gomes Freire de Andrade acabou por ser preso e enforcado, sem um julgamento verdadeiro, em S. Julião da Barra, às ordens do comando militar britânico.
Existiu uma estação CTT na Rua Gomes Freire, em Lisboa.

Postais: Pelourinhos de Portugal 27 - Lisboa

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Pelourinho de Lisboa

Ver mais postais de Pelourinhos.

O Pelourinho de Lisboa é de pinha cónica embolada, com soco octogonal de cinco degraus, onde assente base galbada e fuste de torso enrolado, com torcidos separados e modulados em espiral, com remate em tabuleiro e elemento circular e ornado de acantos, sobrepujado por esfera armilar. Construído na época barroca, influenciado pelos modelos de pelourinhos quinhentistas, mas adaptado a um novo estilo e gramática decorativa, com um carácter mais ornamental que funcional, integrando-se no centro da Praça do Município, sendo Monumento Nacional desde 1910.