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Blog de J. Cura

Blog pessoal sobre filatelia e outros colecionismos

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Postais máximos do Castelo de Silves

4 Postais máximos do castelo de Silves, com selo da Emissão conjunta Portugal-Marrocos, de 2007 com marca de dia de Silves de 26/09/2007 (1º dia de emissão). Todos postais comerciais.

O selo de €0,75 apresenta foto do Castelo de Silves, o maior castelo do Algarve, construido durante o século VIII e considerado como o mais interessante exemplo da arquitetura militar islâmica em Portugal.

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Carta registada com selos CUF

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Carta circulada registada com aviso de receção de Pombal a 05/07/2012, com 8 selos da emissão 100 anos da CUF de 2008, com valor facial individual de €0,31, obliterados com marca de dia de Pombal (pouco visível), totalizando €2,48, complementado com €0,08 na etiqueta NAVE de registo. O porte da carta totaliza então €2,56.

 

Edis de Portugal 7 - Elias Garcia

Elias Garcia foi um militar, jornalista e político republicano, nascido em Almada em 30 de dezembro de 1830.

Foi Vereador e em 1878 Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, onde tem uma Avenida com o seu nome. Maçon com atividade intensa, onde foi inclusive, grão-mestre do Grande Oriente Lusitano, foi ilustre professor na Escola do Exército, e diretor da Associação dos J.ornalistas e Escritores Portugueses.
Faleceu em Lisboa a 21 de junho de 1891.

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Emissão: Grandes Vultos do Pensamento Republicano, 1979, Af. 1446

 

Texto inicialmente publicado no artigo "Ilustres edis de Portugal" na revista Cábula Filatélica nº 27, abril de 2014 

La belle Portugaise - Suiça

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Eis um belo selo da Suiça, de 1982, de uma série Pro Juventute dedicada a Rosas, com valor facial de 20+10, com a rosa "La belle Portugaise".

Nºs de catálogos: Michel CH 1237; Yvert et Tellier CH 1166; Zumstein CH J282

Os Correios suiços emitiram além dos 4 selos desta emissão (ver abaixo), outros selos com a mesma temática e design em 1972 e 1977 (4 cada).

Segundo o especialista em rosas Miguel Albuquerque, atual presidente do Governo Regional da Madeira e entusiasta das flores e jardins, a rosa "La Belle Portugaise" é «também conhecida por “Bela Portuguesa” ou “Belle of Portugal” foi o primeiro Hibrido de Rosa Gigantea cultivado no Ocidente. Foi criado pelo botânico Francês Henri Cayeux, então responsável pelo Jardim Botânico de Lisboa. François Crépin, em 1896, enviou para Portugal uma planta da “Rosa Gigantea” e quando esta floriu, apresentando belíssimas flores com cerca de 13 cm de diâmetro, Cayeux começou a efectuar hibridizações com roseiras de chá e perpétuas híbridas. A sua ambição era conseguir trepadeiras vigorosas e bonitas que resistissem ao Inverno parisiense. Do seu trabalho meticuloso resultaram cinco roseiras: “Belle Portugaise” e “Étoile de Portugal” em 1903; “Amateur Lopes”, “Lusitânia” e “Palmira Feijas” em 1905. Infelizmente, com excepção da “Belle Portugaise”, todas elas desapareceram.

Não sendo remontante, “Belle Portugaise” é uma das primeiras roseiras do jardim a florir, logo no início da Primavera. As suas flores, excepcionalmente grandes, podem atingir 15 cm de diâmetro, emanam um perfume ligeiro de chá. Os botões carmesin, delgados e elegantes, dão lugar a bonitas flores, cor-de-rosa cremoso. As pétalas exteriores, com um cor-de-rosa franco no reverso, são grandes. As do interior de um rosa ténue, são mais pequenas e concentram-se em torno do coração da flor, mantendo-a ligeiramente fechada, o que produz um efeito muito original. As folhas largas e finas, de um verde-claro, são típicas da “R. Gigantea”. Extremamente vigorosa e resistente, esta trepadeira pode atingir alturas consideráveis, e é hoje uma roseira muito popular em quase todo o mundo, sobretudo no sul da Europa, na Califórnia, na Austrália, na Nova Zelândia e na Índia. Após mais de um século e na chamada “era da globalização” a “Belle Portugaise” continua a ser a única roseira portuguesa, cujo sucesso é indiscutivelmente universal.» in http://madeirarosegarden.blogspot.pt/2011/05/belle-portugaise-roseira-hibrido-de.html
 
Eis os selos da emissãode 1982:

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Edis de Portugal 4 - Craveiro Lopes

Ilustre militar, Francisco Higino Craveiro Lopes nasceu a 12 de abril de 1894, em Lisboa. De perfil discreto foi o inesperado candidato da União Nacional, após o falecimento do Marechal Óscar Carmona, em 1951. Eleito sem surpresas, teve um mandato recatado, apesar de algumas divergências com Salazar. Viria a ser substituído, em 1958, pelo candidato apoiado também pela União Nacional, Américo Tomaz.

 

selo_brasil_1957_craveiro_lopes.jpgLogo após o 28 de Maio de 1926, que pôs fim à 1ª República e que mais tarde deu origem ao Estado Novo, aceitou ser nomeado Presidente da Câmara Municipal de Sintra.

De 1945 a 1949 foi eleito, pelo distrito de Coimbra, representante na Assembleia Nacional, cargo que acumulou com o de comandante da Base Aérea da Terceira.

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 Texto inicialmente publicado no artigo "Ilustres edis de Portugal" na revista Cábula Filatélica nº 27, abril de 2014 

Edis de Portugal 1 - Alexandre Herculano

Alexandre Herculano, ilustre romancista e historiador foi eleito Presidente da Câmara Municipal de Belém, em 1853, sendo o seu primeiro Presidente, tendo aí desempenhado um importante papel, «...como tal assumiu atitude polémica contra o governo, defendendo os munícipes dos vexames dos impostos e da fiscalização...».

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O chamado Termo de Lisboa (um vasto território que se estendia a norte e a ocidente da cidade de Lisboa), com a reforma administrativa de 11 de Setembro de 1852, foi extinto sendo criados dois novos concelhos: Belém e Olivais. O concelho de Belém englobava as freguesias de Ajuda, Belém, Benfica, Carnide, Odivelas e, ainda, S. Pedro de Alcântara, S. Sebastião, e Santa Isabel. O total da superfície do concelho de Belém era de cerca de 63 Km2. A 18 de Junho de 1885, o concelho de Belém foi extinto.

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Texto inicialmente publicado no artigo "Ilustres edis de Portugal" na revista Cábula Filatélica nº 27, abril de 2014 

Carta porteada

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 Envelope circulado de Peniche (?) para Cantanhede, com selo autocolante de taxa N (emissão Transportes Públicos) obliterado com flâmula de ondas do CTC Sul (?) com indicação manuscrita T=1,01€ e indicação de excesso de peso (24 gr.), com selos de porteado nesse valor no verso, colados, assinados e datados (pela carteira? Dina Santos?)